Brasil produz 13% da ciência mundial, mas tem que avançar em inovação, diz secretário

sexta-feira, 7 julho 2017

Segundo Jailson de Andrade, país ainda é o 69º no ranking mundial de inovação, e o governo precisa estar atento aos investimentos de longo prazo

“Hoje, o Brasil é responsável por 13% de tudo que se produz em ciência no mundo e, ao mesmo tempo, é o 69º país no ranking mundial da inovação. Então, ainda temos um longo caminho a trilhar”. A afirmação é do secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jailson de Andrade, que participou na quarta-feira (5) do seminário internacional “Tecnologia e Saúde Pública”, sobre soluções viáveis para os desafios brasileiros, realizado pela Câmara dos Deputados.

Durante sua participação, ele ressaltou a qualidade da ciência produzida no país e afirmou que o governo precisa estar atento aos investimentos a longo prazo. Em relação às tecnologias voltadas para a área da saúde, Jailson destacou que o tema é o 3º dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

“A Agenda 2030 da ONU é um plano de ação global para que, em 13 anos, alcancemos o desenvolvimento sustentável. A plataforma prevê acesso a dados, canais de participação e informações gerais para o acompanhamento das ações orientadas ao cumprimento dessa Agenda, e o Brasil está alinhado a isso. Saúde e bem estar estão contemplados. No caso do MCTIC, vivemos com os pés no presente, aprendendo com o passado e olhando para o futuro. Nosso papel é estar sempre voltado para o futuro”, afirmou.

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