Retrospectiva 2017: Combate ao desaparecimento de peixes nativos do São Francisco Especial

segunda-feira, 15 janeiro 2018
Foto: Codevasf

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Peixes importantes para a subsistência de comunidades ribeirinhas do rio São Francisco vem há tempos desaparecendo em decorrência, entre outras coisas, da construção de usinas hidrelétricas e barragens, causando preocupação tanto para as famílias que dependem desses peixes, quanto para a preservação dessa população peixeira.

O São Francisco sempre representou um dos mais importantes cursos de águas do Brasil, sendo o quarto maior rio do país. Sua rota marítima nasce no estado de Minas Gerais e segue caminho atravessando a Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. O chamado Baixo São Francisco – que vai de parte da Bahia até a foz – abrange 14 municípios em Sergipe e suas águas sempre banharam a economia de pequenas comunidades ribeirinhas locais.

Guiado por essa preocupação, Marcelo Fulgêncio Guedes de Brito, professor da Universidade Federal de Sergipe, mediou, em 2012, uma parceria da instituição com a Companhia de Desenvolvimento do Vale São Francisco (Codevasf), para realizar o monitoramento de peixes nos trechos do rio que ficam entre o município de Propriá, em Sergipe, e de Porto Real do Colégio, em Alagoas. O segundo passo foi a implementação do peixamento no Baixo São Francisco, buscando a recomposição do estoque pesqueiro.

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Redação com informações da Ascom/UFS

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