Caatinga e semiárido na pesquisa brasileira – Parte 3 Destruição Criativa

segunda-feira, 10 agosto 2020

Artigo encerra análise sobre o quadro da pesquisa na região do semiárido brasileiro

Finalizando a série de três artigos onde abordamos o universo da pesquisa na região do semiárido brasileiro, iremos, agora, ajustar o tamanho da base técnico-cientifica envolvida com problemas e soluções nesse espaço socioeconômico. Nos textos anteriores identificamos uma base técnico-cientifica para a caatinga e semiárido composta de 188 Grupos de Pesquisa levantados no Diretório de Grupos de Pesquisa (DGP/CNPq), por meio de uma busca que identificou unicamente os Grupos de Pesquisa que carregavam em seus nomes as palavras-chave: semiárido, semi-árido e caatinga.

Porém, percebemos ao longo do estudo que havia Grupos de Pesquisa que não se enquadravam no critério de busca definido acima.  Ou seja, identificamos Grupos de Pesquisa envolvidos com Linhas de Pesquisa voltadas para as questões da caatinga e semiárido sem carregar em seus nomes estes termos. Levando em conta está consideração, o propósito é realizar nova busca na base corrente do DGP/CNPq, no dia 02 de agosto de 2020.

Utilizando esse critério de busca conseguimos identificar mais 123 novos Grupos de Pesquisa comprometidos com problemas e soluções da caatinga e do semiárido brasileiro. Adicionado aos 188 Grupos de Pesquisa que carregam em seus nomes os termos semiárido, semi-árido e caatinga, resulta numa base técnico-científica efetiva que se aproxima de 311 Grupos de Pesquisa.

O que essa nova situação pode nos fornecer, enquanto pesquisadores?  Que as Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), localizadas na região Nordeste e no Estado de Minas Gerais, contribuem para consolidar uma base técnico-científica no semiárido brasileiro com um total de 311 Grupos de Pesquisa, envolvidos com as grandes áreas de conhecimento, especificamente, com as ciências agrárias, biológicas e as humanidades. Essa nova situação favorece aos pesquisadores que agora têm um campo de pesquisa mais amplo, enriquecendo o estudo desta região tão sofrida.

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Leia outros textos dos mesmos autores: Caatinga e Semiárido na pesquisa brasileira

Caatinga e Semiárido na pesquisa brasileira – parte 2

Vaneide Ferreira Lopes é pesquisadora e Líder do Grupo Inovação, Tecnologia e Projetos na Paraiba (GiTecPB) e Carlos Alberto da Silva é professor titular da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e Líder do Laboratório de Pesquisas em Economia Aplicada e Engenharia de Produção (Lapea).

Uma resposta para “Caatinga e semiárido na pesquisa brasileira – Parte 3”

  1. Ronaldo Medeiros disse:

    Muito bom ter está base técnico-cientifica para estados sobre a região do semiárido. Parabéns.

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