Nova máscara anticovid recebe registro da Anvisa Inovação

terça-feira, 26 abril 2022
”O diferencial do Vesta é o nanofilme de quitosana, presente na camada intermediária, que além de servir como uma barreira física para o vírus, também é uma barreira que, por interação química, tem a propriedade de inativar o vírus” explicou Angélica Kathariny de Oliveira Alves, engenheira eletrônica e integrante do projeto.

Vesta foi desenvolvida pela UFCG e UnB e possui camada filtrante aprimorada com aplicação de quitosana, polímero encontrado na casca do camarão

O respirador facial (máscara) Vesta, desenvolvido pelo Laboratório de Avaliação e Desenvolvimento de Biomateriais do Nordeste (Certbio) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), recebeu no dia 11 de março o seu registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O registro Nº 8.23324-0 permite que a empresa licenciada da tecnologia possa disponibilizar a máscara para a comunidade em geral.

A Vesta é uma máscara modelo PFF2 (N95, de acordo com a certificação americana) cuja camada filtrante é aprimorada com a aplicação de nanopartículas de quitosana, um polímero encontrado na casca do camarão, capaz de auxiliar na redução das curvas de contágio da Covid-19. É fruto de projeto de pesquisa desenvolvido pelo Certbio, iniciado em março de 2020 em decorrência da emergência sanitária causada pela pandemia.

Durante os anos de 2020 e 2021 forma realizadas as atividades essenciais para atender aos pré-requisitos éticos e sanitários de uma Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) com viés de inovação por parte dos pesquisadores de entidades públicas e do setor privado.

O Certbio/UFCG celebra mais uma conquista inovadora por parte de seus pesquisadores em busca dos constantes avanço tecnológico e contribuição científica para a sociedade civil.

Fonte: Ascom da UFCG

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