Quais impactos os horários de trabalho geram no sono, saúde mental e nas decisões cotidianas nos brasileiros? Há diferenças entre o funcionamento cognitivo nos dias de labor e nos dias de folga? Essas e outras questões serão avaliadas por Fernanda Santos, mestranda em Ciências Médicas, na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Os interessados em auxiliar podem responder ao questionário, aberto a pessoas de todo Brasil.
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“Meu objetivo é Investigar de que modo o perfil circadiano e o jet lag social (JLS) se associam ao desempenho em tomada de decisão e a prejuízos na saúde mental em trabalhadores brasileiros. A análise considerará diferentes escalas semanais de trabalho, incluindo regimes diurnos e noturnos com horários fixos, desde que não envolvam turnos rotativos”, contou Santos, que é graduada em enfermagem pela mesma universidade.
Poderão participar da pesquisa trabalhadores maiores de 18 anos, com vínculo empregatício formal, podendo ser respondida por qualquer pessoa que tenha atividade empregatícia no país, desde que não atuem em turnos rotativos e atendam aos critérios informados no questionário.
“Nessa pesquisa, vamos poder identificar regimes laborais de maior vulnerabilidade no que diz respeito a perturbações do relógio biológico e do sono, e que podem repercutir negativamente na saúde mental dos trabalhadores. Isso ajuda a orientar práticas e leis voltadas à preservação da saúde do trabalhador, similar ao que vem sendo discutido sobre a escala 6:1”, concluiu o professor Tiago Andrade, orientador da pesquisa.
Em caso de dúvidas os interessados poderão entrar em contato pelo endereço eletrônico: fernanda.santos@eenf.ufal.br.
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